segunda-feira, 29 de junho de 2009

BBBreck 1: voltamos a ser oito

Como já disse, a chegada de 2009 trazia mais esperança de conseguir emprego. Era o que os americanos diziam: “em janeiro o número de turistas vai aumentar e a demanda por funcionários, também”. Assim como a Anne, muitos brasileiros não agüentaram esperar em Breckenridge e se mudaram ainda em dezembro. E, na primeira semana de janeiro, a esperança dos meus outros roomates estava bem minada. Para a infelicidade geral da casa, Mateus (Negão e Big Nigger para os mais íntimos) resolveu voltar para o Brasil, no dia 8 de janeiro. Os que restaram já estavam pesquisando moradia e vagas de emprego em outros estados, para ver se valia a pena mudar. Alguns dias depois, André (Pimenta e Pepper) resolveu chutar o balde e foi para Fort Lauderdale (Flórida), em busca de emprego. Nikoly, Bartolo, Bonesi e Chico estudavam algum lugar para ir. E Rafael e Felipe, apesar da falta de emprego, não queriam sair de Breck, principalmente porque não estavam dispostos a gastar tanto dinheiro para se mudar. Cintia e eu continuávamos lá e não cogitávamos nos mudar, porque, naquela crise, ter emprego era tudo.
Mas, nossa situação não era boa como parece. Éramos 11, Anne saiu e nos tornamos 10, Mateus saiu e nos tornamos 9, André saiu e só restaram 8 roomates – e 6 deles não sabiam o que fazer da vida. O clima no BBBreck 1 (como nos chamávamos) era bom demais e era triste ver o roomies sendo “eliminados da casa”...


















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